Inicialmente iríamos até Bananal, mas o gupo estava animado e resolvemos esticar a pedalada até Arapeí. Lá chegando, resolvemos seguir para Formoso. Depois, São José do Barreiro... Acabou ficando muito tarde para voltar e aceitamos a sugestão do Vagner de pernoitar na casa da sua mãe, em Formoso. Ainda deu tempo para visitar algumas fazendas históricas, algumas cachoeiras e assistir o jogo do Brasil num boteco em Formoso. No dia seguinte, um pedal entre a gélida serração da manhã sem muitas paradas para chegar logo em casa. Um pedal cheio de histórias, que na sua maior parte teve como plano de fundo a bela Serra da Bocaina.
"Algumas das decisões mais sensatas da minha vida eu tomei com a cabeça nas nuvens".
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Pedal VR x São José do Barreiro- SP 186kms em 2 dias
Inicialmente iríamos até Bananal, mas o gupo estava animado e resolvemos esticar a pedalada até Arapeí. Lá chegando, resolvemos seguir para Formoso. Depois, São José do Barreiro... Acabou ficando muito tarde para voltar e aceitamos a sugestão do Vagner de pernoitar na casa da sua mãe, em Formoso. Ainda deu tempo para visitar algumas fazendas históricas, algumas cachoeiras e assistir o jogo do Brasil num boteco em Formoso. No dia seguinte, um pedal entre a gélida serração da manhã sem muitas paradas para chegar logo em casa. Um pedal cheio de histórias, que na sua maior parte teve como plano de fundo a bela Serra da Bocaina.









Inicialmente iríamos até Bananal, mas o gupo estava animado e resolvemos esticar a pedalada até Arapeí. Lá chegando, resolvemos seguir para Formoso. Depois, São José do Barreiro... Acabou ficando muito tarde para voltar e aceitamos a sugestão do Vagner de pernoitar na casa da sua mãe, em Formoso. Ainda deu tempo para visitar algumas fazendas históricas, algumas cachoeiras e assistir o jogo do Brasil num boteco em Formoso. No dia seguinte, um pedal entre a gélida serração da manhã sem muitas paradas para chegar logo em casa. Um pedal cheio de histórias, que na sua maior parte teve como plano de fundo a bela Serra da Bocaina.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Parque Nacional de Itatiaia (Parte baixa)- RJ 115 kms
Acordei bem cedinho, mesmo relutando para ficar um pouco mais na cama quentinha. Só levantei porque o destino de hoje era bem nobre: P.N. Itatiaia, um local especial que já tive oportunidades de conhecer antes, mas nunca sobre uma magrela. Pedalei cerca de meia hora e me encontrei com o Nikson na Praça do Ano Bom em Barra Mansa, onde ele já me aguardava juntamente com sua esposa, que nos levou de carro até perto da entrada de Resende, nos poupando alguns quilômetros e, principalmente, do frio da manhã. Como que por um passe de mágica, ao irmos nos aproximando da entrada do parque a forte serração foi desaparecendo e dando lugar ao magnífico Sol, para nos revelar toda a beleza dessa serra sobre sua luz e realçar ainda mais as perfeitas cores da natureza. Sim, é verdade, já tínhamos visto a previsão do tempo na internet e estávamos crentes que isso ia de fato acontecer, mas sempre fico um pouco desconfiado porque lugares como esse fogem completamente das regras e formalidades do mundo virtual ou da mente dos metereologistas. Fiquei muito feliz por estar ali e presenciar tão grande mudança de tempo tão rapidamente. As "janelas" se abriram para nós, e só nos coube cumprir nossa parte: registrar em fotos as cachoeiras, trilhas, mirantes e tudo mais que achar interessante. E registrar na memória os papos, as sensações como o frio que anestesiava as pernas, o ar puro entrando pelos pulmões, a adrenalina de descer rápido as ladeiras pedregosas, etc... A magia de um local único, que espero poder visitar novamente em breve!













Acordei bem cedinho, mesmo relutando para ficar um pouco mais na cama quentinha. Só levantei porque o destino de hoje era bem nobre: P.N. Itatiaia, um local especial que já tive oportunidades de conhecer antes, mas nunca sobre uma magrela. Pedalei cerca de meia hora e me encontrei com o Nikson na Praça do Ano Bom em Barra Mansa, onde ele já me aguardava juntamente com sua esposa, que nos levou de carro até perto da entrada de Resende, nos poupando alguns quilômetros e, principalmente, do frio da manhã. Como que por um passe de mágica, ao irmos nos aproximando da entrada do parque a forte serração foi desaparecendo e dando lugar ao magnífico Sol, para nos revelar toda a beleza dessa serra sobre sua luz e realçar ainda mais as perfeitas cores da natureza. Sim, é verdade, já tínhamos visto a previsão do tempo na internet e estávamos crentes que isso ia de fato acontecer, mas sempre fico um pouco desconfiado porque lugares como esse fogem completamente das regras e formalidades do mundo virtual ou da mente dos metereologistas. Fiquei muito feliz por estar ali e presenciar tão grande mudança de tempo tão rapidamente. As "janelas" se abriram para nós, e só nos coube cumprir nossa parte: registrar em fotos as cachoeiras, trilhas, mirantes e tudo mais que achar interessante. E registrar na memória os papos, as sensações como o frio que anestesiava as pernas, o ar puro entrando pelos pulmões, a adrenalina de descer rápido as ladeiras pedregosas, etc... A magia de um local único, que espero poder visitar novamente em breve!
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